Lançamentos 10 SET 2026

Sony ULT Tower 5, Tower 7 e Tower Max: as novas torres de som que querem dominar qualquer festa

Com woofers circulares de até 280 mm, conectividade XLR e até 2.150 watts de potência, a Sony renova sua linha de caixas de festa com três modelos que vão do portátil ao monstruoso.

LANÇAMENTOS

A Sony não estava brincando quando decidiu levar a sério o mercado de party speakers. Em setembro de 2026, a marca japonesa apresentou de uma só vez três novos modelos da família ULT Tower — o Tower 5, o Tower 7 e o imponente Tower Max — cada um ocupando uma faixa de potência e portabilidade distinta, mas todos compartilhando uma filosofia clara: grave profundo, conectividade versátil e festa garantida. E o resultado impressiona.

A linha completa: do portátil ao bestial

O ULT Tower 5 é o modelo de entrada, custando US$ 449,99 (cerca de R$ 2.500 na conversão direta, mas provavelmente acima dos R$ 3.000 se chegar oficialmente ao Brasil). Apesar de ser o menor da família, entrega 300 watts de potência máxima com um woofer circular de 230 mm, dois drivers de médios e dois tweeters. A bateria promete até 20 horas de reprodução, e o conjunto inteiro pesa cerca de 13 kg — pesado para carregar no braço, mas ainda viável com a alça embutida.

Subindo um degrau, o ULT Tower 7 sai por US$ 649,99 (estimativa acima de R$ 4.000 no Brasil) e traz um woofer maior de 280 mm, potência de 420 watts e bateria que chega a impressionantes 30 horas. Aqui a Sony já inclui rodízios e alça de transporte, reconhecendo que seus 20 kg e poucos não são para qualquer ombro. O som é 360° e a classificação IPX4 garante proteção contra respingos — perfeito para festas ao ar livre.

E então há o ULT Tower Max, que custa US$ 1.499,99 (facilmente acima de R$ 10.000 no mercado brasileiro) e faz questão de ser absurdo: três woofers de 280 mm (dois frontais e um traseiro), quatro tweeters, drivers de médio alcance e uma potência máxima declarada de 2.150 watts. São mais de 55 kg de caixa de som pura, com rodízios reforçados para deslocamento. Não tem bateria — é na tomada mesmo — mas compensa com som que preenche ambientes enormes.

O que une os três: tecnologia de sobra

Todos os modelos compartilham o sistema ULT Duct, o design bass-reflex proprietário da Sony que promete graves mais profundos e controlados. São quatro perfis de som — ULT1 para grave profundo, ULT2 para impacto corporal máximo, Flat para reprodução fiel e Live para sensação de show ao vivo — que podem ser ajustados também via equalizador de 10 bandas no app Sony Music Center.

A conectividade é um ponto forte incomum para a categoria: XLR, RCA e USB-C estão presentes nos três modelos, tornando-os opções legítimas para DJs e produtores de eventos. O suporte a karaokê com entrada para microfone e efeitos vocais complementa o pacote. Via Bluetooth, o destaque fica para o Auracast, a tecnologia de broadcast que permite encadear múltiplas caixas Sony compatíveis em sincronia — o chamado Party Chain — unificando música e iluminação.

Por falar em iluminação, até 100 LEDs distribuídos pelo corpo de cada caixa oferecem três modos de light show: Beat (sincronizado com a batida), Wave (efeito ondulante) e Mellow (mais suave). Os LEDs também servem como indicadores de bateria e status de Bluetooth.

Sustentabilidade e construção

A Sony reforça o compromisso ambiental: o Tower Max utiliza cerca de 35% de plástico reciclado em sua construção, enquanto o Tower 5 e o Tower 7 ficam em torno de 20%. É um detalhe que pode passar despercebido, mas mostra alinhamento com as demandas atuais do mercado.

Vale a pena para o público brasileiro?

A Sony tem histórico forte de party speakers no Brasil — a linha SRS-XP e a própria ULT Tower 10 já são presença constante em churrascos e eventos pelo país. Os novos modelos, se chegarem oficialmente, terão mercado garantido. A faixa de preço estimada em reais coloca o Tower 5 como concorrente direto de opções como JBL PartyBox 310, enquanto o Tower Max mira um nicho mais profissional, competindo com soluções de PA portátil.

Os três modelos já estão disponíveis nos Estados Unidos desde setembro de 2026. Ainda não há confirmação oficial de lançamento no Brasil, mas considerando o apetite do mercado nacional por caixas de festa potentes, a chegada é questão de tempo.

⌬ FIM · 4 min de leitura

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