Lançamentos 29 JUL 2026

Philips Moving Sound: as caixas Bluetooth retrô com alma de boombox dos anos 80, até 140 watts e Bluetooth 6.0

A Philips revisitou o design do icônico boombox D8 dos anos 80 e criou a linha Moving Sound: The Tube (MS80) com 140 W e tela animada, e The Roller (MS60) com 60 W e formato compacto — ambas com IP67 e Auracast.

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Se você acha que todas as caixas Bluetooth modernas parecem iguais — cilindros pretos sem personalidade — a Philips acabou de provar que não precisa ser assim. A linha Moving Sound, apresentada na primavera de 2026, revisita o visual do lendário boombox Philips D8 dos anos 80 e transforma em duas caixas portáteis modernas que combinam potência séria com um design que vai fazer qualquer pessoa acima de 35 anos sorrir de nostalgia.

MS80 “The Tube”: a potência retrô

A The Tube é o modelo topo de linha da família. Com 140 watts de potência, dois woofers de 5 polegadas, tweeters de 1,5 polegada e radiadores passivos laterais, ela promete encher ambientes médios e grandes com som encorpado. Mas o que chama mesmo a atenção é o display colorido integrado que exibe uma animação de fita cassete girando — puramente cosmético, mas irresistivelmente charmoso.

As especificações impressionam: Bluetooth 6.0 com Auracast para parear com outras caixas compatíveis, IP67 para usar sem medo de água e poeira, e 24 horas de bateria. O corpo mede 51 × 20 × 16,5 cm e vem com alça de transporte e alça de ombro. O preço na Europa é de €349,99 — esperamos algo em torno de R$ 2.500 a R$ 3.000 quando chegar ao Brasil.

MS60 “The Roller”: portabilidade com estilo

A The Roller é a versão mais compacta e transportável, com 60 watts e formato menor (38 × 20 × 12 cm). Mantém o mesmo DNA visual retrô com alça integrada e IP67. O Bluetooth é 5.5 (não 6.0 como a irmã maior), mas o Auracast está presente. A bateria promete duração similar, e a caixa também aceita reprodução via USB. Na Europa, sai por €179,99 — provavelmente entre R$ 1.300 e R$ 1.600 no Brasil.

Por que isso importa

A Philips está fazendo algo que poucos fabricantes ousam: usar design como diferencial real, não como acessório. Enquanto a JBL, Sony e Marshall apostam em variações do mesmo formato cilíndrico ou retangular, a Philips está resgatando uma identidade visual que é instantaneamente reconhecível e emocionalmente carregada.

É claro que design não substitui qualidade sonora — e ainda não pudemos testar as caixas pessoalmente. Mas as especificações no papel são competitivas: 140 W, IP67, Bluetooth 6.0 e Auracast colocam a MS80 no mesmo patamar técnico de rivais como a JBL Xtreme 5 e a Marshall Bromley 450. Se o som entregar o que os números prometem, a Philips pode ter criado as caixas Bluetooth mais interessantes do ano.

Ambos os modelos devem chegar ao mercado global no segundo trimestre de 2026.

⌬ FIM · 2 min de leitura

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