Resposta rápida: a Google Fitbit Edge, nova pulseira fitness do Google com tela Hybrid OLED, GPS e até sete dias de bateria, começa a ser vendida nas lojas hoje, 27/10, por US$ 179,99 nos Estados Unidos. Ela não tem lançamento oficial no Brasil e a Google Store não vende aqui. Se você quer algo parecido comprando com garantia nacional, as melhores alternativas hoje são a Xiaomi Smart Band 10 (R$ 319), a Samsung Galaxy Fit3 (R$ 240) e a Huawei Band 10 (R$ 215), todas no Mercado Livre em 27/10. Se o GPS embutido é o que te atraiu, olhe o Redmi Watch 5 Lite (R$ 303) ou, para corrida a sério, o Garmin Forerunner 165.
A Fitbit Edge foi anunciada pelo Google em 12/10 com pré-venda e chegou hoje às lojas físicas e online dos países atendidos. No X, ela entrou nos assuntos do momento por causa das primeiras análises da imprensa internacional, que elogiaram o design fino e a tela. Não testamos a pulseira: as informações abaixo vêm do anúncio oficial do Google, e o que é relato de imprensa está sinalizado.
O que é a Google Fitbit Edge
Segundo o Google, a Edge é o rastreador mais focado em treino da linha Fitbit, com estes pontos principais:
- Tela: Hybrid OLED, a maior e mais brilhante já usada num rastreador Fitbit, com 46% mais área visível que os anteriores e leitura sob sol direto.
- Corpo: alumínio reciclado, 11,5 mm de espessura e botão físico lateral redesenhado.
- GPS embutido: o Google diz que a precisão melhorou até 40% sobre as gerações anteriores, sem depender do celular.
- Treinos: mais de 50 modalidades, com reconhecimento automático de atividade.
- Saúde: frequência cardíaca, sono por estágios, variabilidade da frequência cardíaca (HRV), sensor de temperatura da pele e pontuação de recuperação. O Google cita também tendências de pressão arterial e de resistência à insulina, recursos que dependem de país e de assinatura.
- Bateria: até sete dias, com carregamento magnético rápido.
- Google Health Coach: o treinador com IA do Google, com recursos extras na assinatura Google Health Premium.
Veículos especializados de fora relatam ainda tela de 1,34 polegada e bateria substituível em assistência; o Google não destacou esses dois pontos no anúncio, então trate como relato de imprensa.
Preço e disponibilidade
O preço oficial é US$ 179,99 na Google Store dos Estados Unidos. A venda em lojas começa hoje, 27/10, em cerca de 20 países, entre eles Estados Unidos, Reino Unido, países da União Europeia, Japão e Austrália. O Brasil não está na lista, e o Google não anunciou planos para cá.
Dá para importar? Dá, mas com três problemas: impostos de importação que costumam deixar o produto bem mais caro que a conversão direta, falta de garantia nacional e recursos do Google Health Coach e da assinatura Premium que podem não funcionar em português ou na conta brasileira. Para a maioria das pessoas, não compensa.
O que comprar no Brasil no lugar
| Modelo | Preço no Mercado Livre em 27/10 | Por que considerar |
|---|---|---|
| Huawei Band 10 | R$ 215 | A mais barata do grupo, tela AMOLED e bateria longa |
| Samsung Galaxy Fit3 | R$ 240 | Tela grande, integra bem com celular Samsung |
| Redmi Watch 5 Lite | R$ 303 | Tem GPS embutido, como a Edge |
| Xiaomi Smart Band 10 | R$ 319 | Sucessora da popular linha Mi Band |
| Garmin Forerunner 165 | R$ 1.369,99 | Para quem corre e quer GPS e métricas de treino de verdade |
Xiaomi Smart Band 10: a escolha mais segura
É a pulseira para quem quer o pacote completo de passos, sono, frequência cardíaca e notificações sem gastar muito, com assistência fácil de achar. Não tem GPS próprio: usa o do celular para registrar o percurso. Ver Xiaomi Smart Band 10 por R$ 319 no Mercado Livre
Samsung Galaxy Fit3: melhor para quem tem Galaxy
A Galaxy Fit3 conversa direto com o Samsung Health e é a pulseira com tela mais próxima de um relógio no grupo. Também não tem GPS embutido. Ver Galaxy Fit3 por R$ 240 no Mercado Livre
Huawei Band 10: menor preço
Boa tela e bateria de vários dias pelo menor preço da lista. O app da Huawei funciona em Android e iPhone, mas a instalação no Android é feita fora da Play Store, o que pode incomodar. Ver Huawei Band 10 por R$ 215 no Mercado Livre
Redmi Watch 5 Lite: GPS sem gastar muito
Se o atrativo da Edge era correr ou pedalar sem levar o celular, o Redmi Watch 5 Lite é o caminho barato: tem GPS próprio, formato de relógio quadrado e tela maior. Ver Redmi Watch 5 Lite por R$ 303 no Mercado Livre
Garmin Forerunner 165: para quem treina a sério
Mais caro, mas com GPS, métricas de corrida, sugestões de treino diário e o ecossistema Garmin Connect, que não depende de assinatura. É a alternativa mais próxima da proposta de “treinador no pulso” da Edge. Ver Forerunner 165 por R$ 1.369,99 no Mercado Livre
Na Amazon, os preços dessas pulseiras mudam ao longo do dia; confira o preço atual. Comparamos as opções baratas com mais detalhe em smartbands e smartwatches até R$ 400 e as intermediárias em smartwatches intermediários para a Black Friday.
Vale esperar a Fitbit Edge chegar ao Brasil?
Não contaríamos com isso. O Google vende poucos vestíveis oficialmente por aqui, e a linha Fitbit nunca teve presença forte nas lojas brasileiras nos últimos anos. Se você precisa de uma pulseira agora, compre uma das alternativas com garantia nacional e aproveite as ofertas da Black Friday.
Para quem vale
- Fitbit Edge: quem mora ou vai viajar para um dos países onde ela é vendida e já usa o ecossistema Google e Fitbit.
- Alternativas brasileiras: quem quer contar passos, sono e treinos com garantia e assistência por aqui.
Quando pular
- Pule a importação se você não quer pagar impostos e ficar sem garantia nacional.
- Pule as pulseiras se o que você quer é responder mensagens, pagar por aproximação e usar apps: aí um smartwatch completo, como o Apple Watch para quem tem iPhone ou o Galaxy Watch para Android, é a escolha certa.